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22/4/2010Em 2008, ela foi a terceira maior exportadora brasileira e responsável por 2,2% do total de importações Operação da Embraer exige logística complexa.
Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos
29/06/2009
Ela importou 19 mil toneladas de materiais em 2008, avaliados em US$ 3,8 bilhões, algo em torno de 2,2% das importações nacionais. No ano passado, suas exportações totalizaram US$ 5,7 bilhões, o que a colocou na posição de terceira maior exportadora brasileira, com uma contribuição de 2,9% para o saldo da balança comercial do país. Para atender um movimento comercial desse porte, a Embraer montou uma logística internacional que envolve uma operação complexa, já que seus principais clientes, fornecedores e competidores estão concentrados no Hemisfério Norte. A empresa exporta mais de 90% da produção e importa 95% das matérias-primas, partes e peças para a produção e as peças de reposição para as aeronaves que fabrica. Até maio, o volume de importação foi de US$ 1,4 bilhão. Uma das medidas adotadas pela empresa para aumentar a eficácia do gerenciamento da sua cadeia logística foi a construção, em 2008, de um centro de armazenagem de grandes segmentos aeronáuticos (matérias-primas, fuselagens, asas e superfícies de comando, entre outros) em Taubaté (SP). O centro de distribuição de peças da Embraer está instalado em uma área total de 380 mil metros quadrados, dos quais 135,7 mil metros quadrados foram doados pela prefeitura do município e o restante adquirido pela empresa junto a proprietários privados. O ganho logístico, nesse caso, segundo a empresa, está diretamente relacionado ao atendimento "just in time" da linha de produção. Segundo o diretor do Grupo de Expansão Industrial (GEIN) de Taubaté, Antônio Roberto Paolicchi, o investimento anunciado pela Embraer na unidade foi de US$ 16,2 milhões. A empresa conta também com oficinas próprias e depósitos de peças nos Estados Unidos, França, China e Cingapura, além do Brasil. Ela mantém empresas próprias especializadas em manutenção de aeronaves, peças de reposição, treinamento e segmentos aeronáuticos, como a Indústria Aeronáutica de Portugal (Ogma) e a Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS). A Embraer possui um operador logístico nos Estados Unidos que gerencia uma média de 11,9 mil toneladas de materiais enviados pela empresa a cada ano, avaliados em US$ 2,9 bilhões. Na Europa já existe um operador aéreo para uma média de 1,1 mil toneladas de materiais por ano e um operador marítimo para 5,6 mil toneladas anuais. No Brasil, a Embraer trabalha com dois operadores logísticos, envolvendo porto e aeroporto e 16,6 mil toneladas de produtos por ano, que correspondem em valores a US$ 3,6 bilhões. Só o despachante aéreo, segundo a empresa, cuida de 18 mil processos anualmente. No modal marítimo, o número de processos anuais emitidos pela Embraer chega a três mil. Esses números constam de uma palestra feita pela Embraer durante um evento de logística realizado recentemente em São José dos Campos. A Embraer também possui três centros de consolidação marítimo de materiais localizados em Colchester (Inglaterra), Bilbao (Espanha) e Freiburg (Alemanha). No segmento aéreo, os centros de consolidação ficam em Londres, Paris, Milão e Frankfurt. O modal aéreo, segundo a Embraer, é responsável por 75% da sua movimentação logística, tanto para exportação quanto para importação. O marítimo tem uma representatividade maior, de 70%, quando envolve peso. Outra ferramenta que vem trazendo ganhos expressivos na redução de custos e eficiência da sua operação logística é o regime aduaneiro Recof, que passou a utilizar desde novembro. "Diferentemente do que ocorria no regime 'drawback', o Recof permite a flexibilidade para a empresa realizar a destinação de até 20% das mercadorias estrangeiras admitidas no regime, para o mercado interno, no mesmo estado em que foram importadas", explicou a empresa por e-mail. Por esse sistema, a Embraer não precisa manter um estoque nacionalizado e outro para o atendimento da linha de produção. A substituição do regime "drawback" pelo Recof, segundo a Embraer, resultou em custos finais mais competitivos, o que viabilizou a venda de aeronaves no mercado brasileiro. Assim como o regime antigo, o Recof suspende os impostos incidentes na importação e concede isenção para a exportação. O Recof também reduziu o ciclo de importação e a despesa de armazenagem de peças, com a passagem rápida pela alfândega. "O processo de liberação de mercadorias na alfândega, que era de dois dias, passou a ser de 12 horas, mas a nossa meta é chegar a seis horas", disse uma executiva da área de logística da Embraer, em palestra sobre o tema. Já o processo de exportação temporária de materiais, para reparo, feiras e testes, levava uma média de 15 dias para ser concluído. Com o Recof, a empresa precisou controlar suas operações de forma mais informatizada e passou a utilizar uma Autorização de Movimentação de Bens sob o Recof (AMBRA), que dispensa a abertura de processo junto às alfândegas, o que resultou em uma redução do ciclo para 10 dias. A Embraer é a primeira empresa no Brasil a utilizar essa autorização para agilizar o desembaraço alfandegário em exportações temporárias. Apesar de importar 95% das peças que utiliza na produção dos seus aviões, a Embraer explica que o alto índice de importação refere-se a determinados conjuntos de materiais e componentes, como aviônicos, equipamentos, segmentos e matériasprimas sem similar no mercado nacional. Toda a parte de industrialização das aeronaves, mão de obra, desenvolvimento e demais materiais de origem nacional, segundo a empresa, superam em 60% o índice de nacionalização do produto final exportado.esar de importar 95% das peças que utiliza na produção dos seus aviões, a Embraer explica que o alto índice de importação refere-se a determinados conjuntos de materiais e componentes, como aviônicos, equipamentos, segmentos e matériasprimas sem similar no mercado nacional. Toda a parte de industrialização das aeronaves, mão de obra, desenvolvimento e demais materiais de origem nacional, segundo a empresa, superam em 60% o índice de nacionalização do produto final exportado.
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| Data: 4/5/2004 |
| Autor: J. L. Amaral |
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| A internet está se convertendo em um canal de distribuição tão inevitável, que não mais podemos abrir mão dele. A segunda geração da internet, com as novas tecnologias de acesso, especialmente através de telefones celulares (WAP, UMTS) e da TV digital (interativa), está convertendo a rede no mais poderoso meio de comunicação daqui para a frente.
Não podemos esquecer que grande parte do comércio eletrônico se desenvolve, e continuará se desenvolvendo, entre empresas (B2B), à sombra do consumidor. Por outro lado, é no comércio eletrônico com o consumidor final (B2C) que se encontra o desafio e a maior complexidade logística.
A correta entrega dos produtos vendidos pela rede é o grande desafio da logística no B2C. A fidelidade do cliente, que pode mudar de provedor com grande facilidade, deve ser mantida com um ótimo serviço, cumprindo o compromisso logístico adquirido. Um aspecto fundamental para cumprir este compromisso é a correta integração dos fornecedores. Não existe B2C sem estar resolvido previamente o B2B que permita a entrega rápida e confiável do produto. É que muitos modelos de negócios de venda, através da internet, baseiam-se no “estoque zero”, quer dizer, na total dependência da capacidade de os fornecedores entregarem com rapidez os produtos adquiridos. O Comércio Eletrônico elimina intermediários e etapas no processo de compra e entrega dos produtos ao consumidor final. A Cadeia de Suprimentos já não acaba na loja do varejista, mas, sim, na casa do consumidor. Com isso, produz-se um efeito multiplicador importante com respeito às principais premissas logísticas: aumento do número de pedidos, redução das linhas por pedido, redução das unidades por linha de pedido, aumento do número de pontos de entrega e prazos de entrega mais reduzidos. Todos os elos levam a um aumento importante dos custos logísticos. Quando os produtos não estão num local físico definido, mas, sim, em um espaço virtual, a logística é vital para garantir a fidelidade do cliente, que pode trocar de provedor com um simples clique do mouse. Com tão altas exigências de serviço e custos que tendem a dissipar-se, a logística assume o principal papel no modelo de negócio da nova economia do B2C, contribuindo, diretamente, para o êxito ou fracasso da empresa. O problema surge quando é preciso decidir qual estratégia implantar para se garantir um bom serviço a um preço razoável. Para isso, é importante analisar os distintos modelos logísticos que se pode implantar quando se quer definir quais os mais adequados a cada negócio e estratégia. Antes de citarmos os modelos, explicaremos um termo de língua inglesa usado na logística: “FULFILLMENT“: atividade de atendimento de pedidos, desde o recebimento destes, até a entrega dos produtos ao cliente. Com esta explicação, vamos aos modelos existentes: Fulfillment integrado – baseado no uso do Centro de Distribuição atual dos varejistas, onde os produtos estão concentrados em uma mesma área física. Fulfillment dedicado - baseia-se em uma plataforma (área) de distribuição dedicada, exclusivamente, ao negócio de venda pela internet. Fulfillment subcontratado – modelo em que um operador logístico se encarrega de todas as operações logísticas. Drop-Ship Fulfillment – modelo em que os fornecedores e fabricantes entregam os produtos diretamente aos clientes. Fulfillment de lojas – modelo em que as lojas do grande varejo se convertem em plataformas logísticas. Fulfillment Cross – Docking - é quando se utilizam os Centros de Distribuição do varejo atual e suas lojas, para aproximar a mercadoria do consumidor final. O produto sai da fábrica, vai para as docas de carga do centro de distribuição do varejista, troca de caminhão e vai para as lojas. Qualquer um destes modelos terá que ser escolhido em função de critérios de otimização dos custos de transporte, de integração dos sistemas, de políticas de estoque adequadas, de investimentos de capital necessários e do tipo de serviço que queremos oferecer. |
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| Data: 23/2/2010 |
| Autor: Marcelo Marques da Rocha |
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A falta de infraestrutura, como trilhos, dutos e até mesmo um maior uso da cabotagem, dão a certeza de que ainda vai levar um bom tempo para o Porto de Santos distribuir as cargas entre os modais de forma equilibrada.
Agradando ou não, o certo é que a maior fatia dos produtos não só deve como precisa ser transportada pelos caminhões. É falta de opção mesmo. Cerca de 11 mil caminhões trafegam diariamente pelo cais santista para fazer o transporte de 82 milhões de toneladas por ano.
Apesar dos novos projetos portuários, como a dragagem de aprofundamento no canal do estuário, entre outras metas sendo colocadas em prática, tudo indica que a tendência é a de os caminhões absorverem cada vez mais uma maior quantidade de carga. O que se observa é que, mesmo com uma utilização mais simultânea e equilibrada dos modais, é difícil encontrar um outro meio de transporte que atenda às necessidades do mercado e substitua o rodoviário.
Nos dias de hoje, quando o cliente quer cada vez mais a encomenda na data e hora precisas, o famoso Just in time, o caminhão é o modelo ideal, até para ser usado como armazém!
Desarmonia urbana – Mesmo com todos os argumentos expostos, com as campanhas, como a Se tá na mão, veio de caminhão, os veículos de carga não são bem-vistos pela população. É igual feira: todo mundo gosta, mas ninguém quer na porta da sua casa.
Percebe-se que o ronco dos motores perturba muitas pessoas que defendem a substituição do modal rodoviário pelo ferroviário. Uma pressão para que coloque o transporte portuário nos trilhos.
Sabemos que para algumas mercadorias, como o granel, por exemplo, o transporte ferroviário é mais indicado, principalmente pelo custo. Mas ainda não é possível reduzir a participação dos caminhões no processo, nem mesmo nestas situações. Não há infraestrutura!
Até a emissão de poluentes é citada por alguns para embasar as queixas contra os caminhões. Para isto, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) vem investindo massivamente no Projeto Despoluir, que visa fazer com que os veículos poluam o menos possível.
Por outro lado, o governo precisa abrir os olhos e parar de apenas criticar, mas colocar em ação um plano de renovação de frota e de melhorias na fabricação de óleo diesel, que atualmente apresenta elevada concentração de enxofre. Nesse sentido, os biocombustíveis surgem como a melhor alternativa no mercado brasileiro.
A tendência é piorar - No Porto de Santos, a situação tende a ficar ainda pior, com os moradores precisando conviver cada vez mais com os caminhões na paisagem. Tudo por conta da conclusão do Rodoanel, prevista para breve, e que deve agilizar a chegada dos veículos à Baixada Santista. O que não sabemos, até o momento, é como o trânsito vai fluir a partir do sopé da Serra, onde tem início uma precária infraestrutura rodoviária, que mal comporta o fluxo atual. Estamos prevendo, e anunciando há tempos nas reuniões do Comitê de Logística da Codesp, um verdadeiro caos.
Esse é o grande dilema enfrentado pelas autoridades do setor portuário. Mas o governo estadual dormiu no ponto e demorou a implantar as obras necessárias. Agora, a previsão é de que as cargas dobrem de volume nos próximos anos – das atuais 82 milhões de toneladas - e as nossas estradas e vias de acesso estão sucateadas. A Via Anchieta é única para os caminhões e está em situação caótica.
Precisamos de obras estruturais de acesso compatíveis com o volume de cargas esperado. Sem isso será impossível vislumbrar um crescimento para o setor portuário. Uma das obras em andamento é a Avenida Perimetral, que vai melhorar a situação separando o rodoviário do ferroviário. Mas ainda falta muito para ficar tudo nos eixos.
Entretanto, o que vemos por enquanto é o Governo se esforçando menos do que o Porto necessita. |
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Fonte: G&A 22/4/2010 |
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Um balanço inicial realizado pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo mostra que o Trecho Sul do Rodoanel, inaugurado no dia 1° de abril, está cumprindo a proposta de diminuir o trânsito nas rodovias Anhanguera e Bandeirantes, superando as expectativas em pouco tempo. Mais de 320 mil veículos já passaram pelos 61,4km do anel viário nesses primeiros dias. Até o último dia 08/04, um terço desse contingente era formado por caminhões, que já utilizam a nova rota para seguir ao interior do Estado ou litoral paulista sem passar pela Capital. Isso facilita o dia a dia dos motoristas que trafegam pelas grandes rodovias que cortam a cidade e ganham tempo nas suas viagens.
Estatísticas da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) apontam que a entrega do novo trecho do Rodoanel Mário Covas trouxe melhorias visíveis no trânsito da capital paulista, registrando no primeiro dia de funcionamento do Rodoanel melhora superior a 70% na fluidez de tráfego na Avenida dos Bandeirantes, conhecida rota de caminhoneiros que seguiam para a Rodovia dos Imigrantes com destino ao porto de Santos.
Para o secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, a tendência é que a utilização do Trecho Sul do Rodoanel pelos caminhoneiros seja crescente. “Os caminhões que possuem outros destinos, que não a capital, não precisam mais entrar em São Paulo. Ganha o caminhoneiro, que não perde tempo em congestionamentos, e a população da Capital, que passa a ter melhor fluidez no tráfego urbano”, considerou.
De acordo com Flávio Benatti, presidente da NTC&Logística, o anel viário possibilita ao motorista um caminho alternativo, mesmo não sendo a menor rota em determinados trechos. “Realmente, está acontecendo uma mudança na qualidade de mobilidade urbana. O Rodoanel melhorou a fluidez do trânsito em São Paulo. Para os caminhoneiros, otimizou o tempo da viagem, embora o motorista tenha que percorrer um percurso maior em determinados trechos”, explica Benatti.
Segundo Urubatan Helou, presidente da Braspress, os benefícios proporcionados pelo novo trecho do anel viário são brutais, mas o resultado positivo já era esperado. “Como previsto, a rota Sul do Rodoanel está trazendo diversos benefícios para as transportadoras rodoviárias. Além disso, a obra possibilita diversas vantagens aos motoristas, indústrias e meio ambiente. O motorista e a operadora ganharam uma rota alternativa. E ainda tem a redução da emissão de gases poluentes que anda em paralelo com a preservação do meio ambiente”.
O posicionamento de Dalton Rodrigues, diretor de operações da Mirassol, não é diferente. Para o empresário, a opção de novas rotas é de extrema importância para o negócio. “Hoje, é possível fazer uma viagem em São Paulo, de Ribeirão Pires para Barueri, por exemplo, em apenas uma hora”.
Considerada a maior obra realizada no Estado de São Paulo, o Rodoanel, quando estiver totalmente concluído, interligará dez rodovias: Anchieta, Bandeirantes, Castelo Branco, Raposo Tavares, Régis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta, Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias.
Devido ao pouco tempo de uso, ainda não foi possível mensurar resultados sobre o Trecho Sul do Rodoanel, mas, com certeza, não será diferente do que o motorista já vem sentindo nas rodovias das Capitais. “Precisamos fazer uma avaliação profunda dos resultados dessa inauguração, antes de divulgar qualquer resultando contundente“, finaliza Benatti.
Mais rapidez, menos acidentes e diminuição da poluição
A maior obra viária da América do Sul, o Rodoanel Mário Covas recebeu R$ 5 bilhões em investimentos e reordena o transporte de veículos de cargas da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), facilitando o escoamento até o porto de Santos sem passar pela Capital. A obra também reflete na redução dos congestionamentos e nível de poluentes na cidade.
Com 176 quilômetros de extensão, o Rodoanel reduzirá drasticamente o risco de acidentes com cargas perigosas, garantindo índices menores do que os registrados atualmente nas áreas urbanas, como já acontece no trecho Oeste (32 quilômetros de extensão), em operação desde 2002. |
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De Loic Vennin (AFP) – há 6 dias
LONDRES — A enorme nuvem de cinzas causada pela erupção de um vulcão islandês prorrogou até o fim de semana a paralisação do tráfego aéreo em boa parte da Europa, causando transtornos para milhões de passageiros em todo o mundo.
Após o fechamento de oito espaços aéreos na quinta-feira, devido aos céus tomados de fumaça, o vulcão islandês continuou a expelir cinzas, o que obrigou vários países a prolongar a medida: até o sábado às 00h00 GMT (09h00 de Brasília) na Dinamarca, 04h00 GMT (01h00) na Holanda, 08h00 GMT (05H00) na Bélgica e 15h00 GMT (09h00) na Finlândia.
Os três aeroportos de Paris - Roissy, Orly e Le Bourget -, assim como onze aeroportos da província, ficarão fechados no sábado até as 12h00 GMT (9h00 de Brasília), anunciou a Direção Geral da Aviação Civil.
O fechamento da maior parte do espaço aéreo britânico será mantido até sábado às 12h00 GMT (09h00 de Brasília), anunciaram nesta sexta-feira os serviços britânicos de controle do tráfego aéreo (NATS), esperando uma retomada temporária do tráfego no início da manhã no norte da Inglaterra.
"A nuvem de cinzas vulcânicas continua afetando o espaço aéreo britânico", informou a NATS ao anunciar a prorrogação do fechamento de uma parte do espaço aéreo do país.
O norte da Inglaterra poderá registrar uma melhora temporária da situação atmosférica entre as 03h00 e as 09h00 GMT (00h00 e 06h00 de Brasília) de sábado, informou a NATS.
Na Alemanha, o tráfego aéreo foi interrompido pelo menos até as 06H00 GMT (03h00 de Brasília) de sábado nos 16 aeroportos internacionais. A Lufthansa cancelou todos os seus voos previstos na Alemanha até o meio-dia local de sábado (07H00 de Brasília).
Na Itália, o espaço aéreo ficará fechado em todo o norte da península entre a 04h00 e as 12h00 GMT de sábado (01H00 e 09h00 de Brasília), decidiu na noite de sexta-feira a Autoridade da Aviação Civil italiana, Enac.
A Enac ordenou "a proibição de voos com instrumentos em todo o norte da Itália até 35.000 pés, isto é 10.668 metros entre as 06H00 e as 14H00 (locais) de amanhã", informou a entidade em um comunicado.
A agência europeia Eurocontrol calculou em mais de 50% os voos cancelados no continente durante esta sexta. A entidade encarregada da segurança aérea espera que se realizem "12.000 voos" contra 28.000 previstos em dia normal, segundo uma revisão para cima de suas primeiras previsões.
Sobre o tráfego transatlântico, dos 300 voos previstos da América do Norte para a Europa esta sexta, apenas foram garantidos entre 100 e 120.
A nuvem de cinzas "continua movendo-se para o leste e para o sudeste e seu impacto continuará durante pelo menos 24 horas", preveniu a Eurocontrol em um comunicado emitido em Bruxelas.
A paralisação do tráfego aéreo custa mais de 200 milhões de dólares ao setor, segundo uma primeira estimativa "conservadora" da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
A Irlanda reabriu praticamente todo o seu espaço aéreo na manhã desta sexta, enquanto Noruega e Suécia começaram a fazê-lo tímida e progressivamente.
Os espaços aéreos de Bélgica, Estônia, Hungria e Polônia também permanecerão fechados pelo menos até o sábado.
Outros países afetados foram Áustria, Bulgária e República Tcheca, onde o presidente português Anibal Cavaco Silva ficou bloqueado após uma visita de Estado.
A nuvem se dirigia agora para o norte da Itália, mas Espanha e o resto do sul da Europa deve ficar livre, pelo menos por enquanto.
"Se as previsões para amanhã se mantiverem, a nuvem atingirá a Suíça e o norte da Itália, a Romênia, a Hungria, a Eslovênia e a Croácia em uma linha que vai diretamente para o leste", declarou, em Bruxelas, um especialista do Eurocontrol, Kenneth Thomas.
Paradoxalmente, um dos poucos países onde o tráfego funcionava normalmente era a Islândia, onde fica o vulcão situado abaixo da geleira Eyjafjallajokull, que emana densas colunas de fumaça desde a sua erupção explosiva na quarta-feira passada.
A erupção afetou milhões de pessoas, centenas de milhares só no Reino Unido, onde a situação pode piorar devido à 'operação retorno' após duas semanas de férias escolares.
Na Polônia, apesar do fechamento dos aeroportos, as autoridades decidiram manter a celebração dos funerais do presidente Lech Kaczynski e de sua esposa, Maria, previstos no domingo nesta cidade do sul do país, onde são aguardadas delegações do mundo inteiro. 21/4/2010
Os Números Não mentem: Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o ideal Que É UM total Capacidade de estocagem Seja safra de 20% superior. Entretanto, hoje, o Brasil consegue armazenar em torno de 133 Milhões de Toneladas Algo de grãos, Frente a Uma Produção que - Neste ano - DEVE UM Recorde atingir índice de 144 Milhões de Toneladas, conforme Estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Outro agravante
, conforme OS Números da Conab, a EA «« má Distribuição geográfica dos silos EXISTENTES. De De acordo com o levantamento da Companhia, Menos de 20% da Capacidade de Armazenagem do País ESTÁ RURAIS das Propriedades Instalada Dentro. Sendo assim, nao silos Faltam apenas, Como OS Que Não existem conseguem atender uma demanda POR, em SUA maioria, estarem instancias dos Locais de produção. Além disso
, De De acordo com o de Ministro da Agricultura Reinhold Stephanes, em Países desenvolvidos, dos Mais de 50% Armazéns Particulares São, Enquanto no Brasil atinge volume Esse Apenas 15%.
id=more-1454> Reproduzo Abaixo Texto do Deputado Federal Dilceu Sperafico Pelo Paraná Sobre safra Recorde UM OS e Riscos de apagão logístico:
A Informação De que o frete Quase consome 50% da safra de soja do Mato Grosso, Outro É Alerta do Risco de apagão logístico no país. Os Custos do Transporte da Produção DAQUELE Estado Até os Portos de Exportação somam Oito Milhões de Toneladas, Uma Quase Metade da colheita Que equivale de 62% da soja produzida no Brasil.
Além de arcar com o frete Mais caro do Mundo, em reajustado Este ano 25%, OS Agricultores, Cooperativas e Empresas enfrentam Ainda Uma Falta de Caminhões. A Situação e creditada à precariedade das estradas e reajuste do Pedágio no Paraná e em São Paulo. Desde
Rondonópolis Até o porto de Santos, por exemplo, UM CAMINHÃO Carregado de soja Paga R $ 1.095,50 de Pedágio. São 42 sacas Por Carga OU R saca por $ 2, Uma Viagem cada.
O PROBLEMA É crônico Pela Nossa Dependência do Transporte Rodoviário e Falta de Integração intermodal. Nos Estados Unidos, o Transporte Ferroviário movimenta 38% das Cargas, o hidroviário Rodoviário de 36% de óxido de etileno de 26%. No Brasil, das 67 safras% escoam Rodovias POR, 22% Por Ferrovias e hidrovias Por Apenas 11%. Para
AGRAVAR Ainda Mais Um flagrante da Situação Falta de Infraestrutura, o agronegócio brasileiro Não Pará de Crescer, Levando Junto a Economia Nacional, Após a superação da crise internacional.
Diante disso, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados alertando n VEM conseqüências da Situação da Logística de Transporte, com más Condições em Rodovias, Ferrovias e mal Utilizadas Investimentos Falta de Modernização de Portos nd.
São entraves indicam que A Possibilidade real de apagão logístico, penalizando Agricultores, Consumidores Economia do País bis. Como preocupações crescem Desde que A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou Produção de Mais de 140 Milhões de Toneladas Na safra 2009/10, a segunda história da Maior, seu POIs escoamento PoDE Gerar Novos e Grandes Produtores EAo e prejuízos ao Brasil. < / p>
Diante disso, a COMISSÃO reivindica imediatas providências do Governo brasileiro, POIs Uma Falta de Infraestrutura n escoar Uma Produção e Mais Um dos Problemas decorrentes da Falta de Valorização do setor agropecuário nacional.
A Situação e injusta, POIs Como prêmio Pela Transformação do Brasil em celeiro do Mundo, garantindo Alimentos Baratos e abundantes AO Mercado Interno, parágrafo excedentes Exportações, superávits nd Balança Comercial, Desenvolvimento e Estabilidade País o social do Pará, o Produtor É penalizado Em Todas Como etapas de atividade SUA. Desde
insumos Enfrenta Caros, Juros altos, tributos excessivos, Falta de Política PREÇOS Mínimos, Variável e clima Ataques de Grupos organizados Às Propriedades, distorcidas COMEU leis Ambientais. No Oeste do Paraná, a safra de soja Recorde DEVE AGRAVAR Já Uma Situação Caótica da logística regional. Como um
Rodovias de São mesmas HÁ 40 anos e OS Caminhões Disponíveis insuficientes Parágrafo transportar 3,1 Milhões de Toneladas de soja, ja que 15% da Frota nacional de 1,4 Milhão de Unidades Estão os OS SEM Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A Ferroeste, com 15 e 60 alugados Locomotivas Vagões, consegue Fazer Apenas Duas viagens UM Diarias Guarapuava, transportando Três mil Toneladas A CADA 24 horas. Além disso
, uma Estrutura de Armazenagem ESTÁ igualmente defasada. São 688 credenciados Armazéns Pela Conab em 50 municípios, com Capacidade Parágrafo 4.587.686 Toneladas de grãos, farelo e ração, Mas Uma Maior parte Dessas Unidades Ainda mantém estoques remanescentes Que ocupam 20% de Capacidade SUA.
- Voce Que Já assistiu uma corrida de Uma Fórmula 1, n. Pensar Já Parou nenhum desafio logístico de LeVar de Todos os carros, equipamentos e Pessoas AO Redor do Mundo?
Neste post Vou mostrar UM Pouco desse trabalho, e tentar mostrar ALGUMAS informaçoes curiosas Desse esporte.
Em 2010, com o Calendário da F1 apontando 19 corridas, como Equipes Por viajarão 3 continentes e Mais de 160 mil km!
Os Equipamentos Por transportados via Aérea em Vão 120 Baús e contêineres, Contendo Mais de 10 mil Peças Diferentes e 32 Toneladas de Equipamentos parágrafo Equipe Por fóruns como corridas da Europa (Este ano existem 12 Equipes competindo). Boa parte deles Usam UM Avião cargueiro fretado 747. Peças Menos ALGUMAS CRÍTICAS viajam Navios Por, aproximadamente 10 Toneladas de Peças. Se ocorrer Problema Algum, como podem Ser Peças despachadas da Europa parágrafo qualquer circuito do Mundo, e serao entregues em 24 horas Pela Empresa Contratada.
Na seqüência de corridas Na Europa como Equipes levam em torno de 300 Toneladas de Equipamento, hum Incluindo completo Centro de Comunicações, semper Pelo modal Rodoviário, Usando Uma Frota de Caminhões Até 24. Como Viagens parágrafo instâncias da Europa complexas de São mais (médio Oriente, Ásia e América do Norte), e como Equipes limitam-se um Aproximadamente 30 Toneladas via Aviões. Embalagens expressão é uma excepção IstoÉ pensadas Extremamente bem!
O Centro de Comunicação, Mesmo NAS corridas instâncias da Europa, Precisa ter Uma Conexão segura com uma fábrica, enviando Dados de telemetria em tempo real, ponto Engenheiros Que OS possam ajustar o Carro Durante a corrida.
Como Essenciais Peças, OS carros como, Motores e Peças de reposição ALGUMAS São transportadas em UM Avião fretado Pela Companhia Que gerencia a Fórmula 1 (FOM), UM cargueiro 747. Leva Ela como Peças Para os circuitos A partir de Londres (Inglaterra) ou Munique (Alemanha).
DEPOIS DE Uma corrida, se Houver tempo hábil de Peças São levadas de Volta Para as Equipes das Fábricas, caso contrário voam ELA Diretamente Para o Próximo Destino, visto ALGUMAS corridas Que São Feitas em finais de semana consecutivos.
Para dar Uma quantidade da Idéia de Equipamentos, da lista o Mais dez Equipe Williams de 80 páginas, Incluindo Desde os carros, 3mil garrafinhas d'água e Equipe parágrafo Convidados guardanapos e comi! Como uma maioria das Equipes, a Williams Leva 3 carros n CADA corrida e meia dúzia de Motores, Caso Uma eventualidade aconteça. CADA UM TEM Específico Peça local, POIs uma Equipe Não Perder tempo PoDE Procurando determinada ferramenta. Em Uma corrida Típica uma Williams Leva 44 Computadores e 100 Comunicadores rádios. Só n ligar OS Computadores em Rede São Usados Meio quilometro de Dados de cabos e 300 km de cabos de Forca.
No entanto, nao Apenas Peças de carros e corridas que São Feitas. Elas São Feitas Pelos Mecânicos Principalmente, chefes de Equipe e Pilotos. Nas corridas européias como Equipes contaminação com Mais de 130 Pessoas em CADA GP, enquanto que nas instâncias Provas da Europa Este NÚMERO É Reduzido para aproximadamente 90 Pessoas.
Garantir Que Todos Terao SEUS uniformes É Outro desafio. São Mais de 200 Pessoas Que Nessas Viagens se revezam, e CADA Uma delas Precisa de Algum uniforme Diferente OU Específico.
No início da temporada É prevista uma de Produção Mais de 600 camisetas, Todas Personalizadas com o Nome do dono. Além disso, CADA piloto em torno de 25 macacões E.U.A. No ano, das Roupas Além dos Eventos Patrocinadores para. Mecânicos trabalham pit nsa Que Usam pára em torno de 50 macacões A prova de fogo.
Antes de Viagem CADA, CADA Pessoa kit Seu recebe, para quê uma Equipe tenha Uma fixação identidade visual.
Todos Garantir Que possam Chegar AO Destino É complexo Também: num ano São Mais de 7.000 organizar parágrafo Viagens, Passagens Aéreas Comprando, hotéis e Vistos. Nem Todos Juntos viajam, ALGUNS chegam ALGUNS dias Antes dos Outros, e É preciso coordenar eficientemente como Necessidades de Vistos para diferentes Nacionalidades.
QUANDO SE Viaja tanto, uma obteção do Visto PoDE Tornar-SE UM desafio: para a China por exemplo,, DEVE Ser Visto o solicitado com antecedência Máxima de 2 meses, e dura e Um Que Processo 3 dias. Obter OS passaportes de 90 ou 100 Pessoas Disponíveis Por 3 dias sem Ninguém Que esteja Viajando Neste Período e tão hum Mais desafio logístico enfrentado Pelos organizadores.
Após ler Estes Dados apostolado VOCÊ Que Não Verá fazer uma corrida de F1 Próxima Mesmo jeito
O Vulcão da Islândia Que continua lançando cinzas continua causando caos Aéreo NA Europa.
O Vulcão à Europa Fimmvorduhals da geleira Eyjafjallajoekull, localizado nd Islândia voltou Tornar-SE UM Ativo na última quinta-feira (15 de abril) e cinzas Desde então Lança nd Padrões Atmosfera fazer Opções Foram Que Pelo vento e chegaram.
Pelo Risco de Problemas Aviões NSA, o Espaço Aéreo em boa parte da Europa Foi fechado (veja Quadro abaixo). Não HÁ Previsão de Retorno normalidade, um EA Situação Depende da Natureza: o Vulcão Precisa Parar de cinzas e LANÇAR OS Ventos Permite, Como Colaborar Para a dispersão das mesmas.
O caos Maior da história Aéreo Mais Já cancelou Mundial de 17.000 vôos em Três dias, atingiu Mais de 30 Milhões de Passageiros e de hum causou Prejuízo Mais de R $ 2 bilhões Somente Parágrafo Companhias Aéreas britânicas como.
Neste Sábado Havia Aeroportos em Fechados 27 Países Europeus, Efeitos em cascata Que causavam Pelo Mundo, com cancelamentos de decolagens Nos outros continentes e Passageiros OS impediam de movimentar-se Europeus Pelos ares. A expectativa Que É Uma nuvem de cinzas vulcânicas atinja Outros Países nsa Próximos dias, e hum Que Cientistas acreditam Vulcão em erupção Vizinho POSSA ENTRAR, piorando Uma Situação. Na Ultima Vez Que Este esteve Vulcão Ativo Ele lançou cinzas nd Por Atmosfera 2 anos (ha 200 anos).Este caos Aéreo gerou Uma busca Nunca Vista Por Outros Meios de Transporte. HA Pessoas Pagando milhares de Euros Por Viagens Internacionais de táxi, Já Que OS Serviços de Trens e Ônibus superlotados Estão os OS. A Eurostar, informou Que Houve uma demanda de 50.000 Passageiros Trens extras nsa Entre Londres, Bruxelas e Paris Desde o Início dos Problemas na 5 ª-feira.
De De acordo com portal G1, ESTA É A Situação dos Aeroportos NA Europa (dados Disponíveis Até Sábado de 22h):
| Confira Uma Situação dos Principais Aeroportos NA Europa |
| País |
Aeroporto |
Situação |
| Alemanha |
Espaço Aéreo fechado |
Até 14h (Horário local) de domingo (18) |
|
| Áustria |
Espaço Aéreo fechado Parcialmente |
Até 12h (Horário local) de domingo |
| Bielorrússia |
Espaço Aéreo fechado |
Até 13h (Horário local) de domingo |
| Bélgica |
Espaço Aéreo fechado |
Até 6h (Horário local) de domingo |
| Bósnia |
Espaço Aéreo fechado |
Até a Manhã de domingo |
| Croácia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Dinamarca |
Espaço Aéreo fechado |
Até 6h (Horário local) de domingo |
| Eslovaquia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Eslovênia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Espanha |
Espaço Aéreo fechado Parcialmente |
tempo Indeterminado |
| Estônia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Finlândia |
Espaço Aéreo fechado |
Até 12h (Horário local) de domingo |
| França |
Roissy-Charles de Gaulle, Orly, Le Bourget |
Fechados 8h Comi como (Horário local) de Segunda-feira (19) |
| Nantes, Lyon |
Por tempo Indeterminado Fechados |
| Holanda |
Espaço Aéreo fechado |
Por tempo Indeterminado fechado |
| Hungria |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Irlanda |
Espaço Aéreo fechado |
Até 12h Menos AO (Horário local) de domingo |
| Itália |
Todos OS norte Não Aeroportos do País |
Fechados comi 6h como (Horário local) de Segunda-feira (19) |
| Noruega |
Todos OS Não Aeroportos do País sul |
Por tempo Indeterminado Fechados |
| Polonia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Reino Unido |
Espaço Aéreo fechado |
Até 6h como (Horário local) de domingo |
| República Checa |
Espaço Aéreo fechado |
Até 12h (Horário local) de domingo |
| Romênia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Rússia |
voos atrasados e cancelados |
|
| Sérvia e Montenegro |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Suécia |
Espaço Aéreo fechado |
tempo Indeterminado |
| Suica |
Espaço Aéreo fechado Parcialmente |
Até 14h (Horário local) de domingo |
| Ucrania |
Espaço Aéreo fechado, exceto Aeroporto de Simferopol |
tempo Indeterminado |
Além dos óbvios OS Efeitos Para Passageiros, Companhias Aéreas preocupadas Como Estão os POIs OS Saindo do recém Estavam Prejuízo causado Mundial Pela Recessão dos anos Anteriores. hum Com Previsão De uma nuvem Que Não vá se dissipar rápidamente EO Vulcão Ativo continua Que, Como perspectivas boas Não São Paulo.
Enquanto isso em Empresas de Transporte Terrestre e Aquático SUAS veem Demandas e SEUS lucros dispararem.
Outros Efeitos de Longo Prazo médio e São Difíceis de serem estimados, enquanto hum Meteorologia EA Geologia conseguirem dar Não precisas Previsão Mais Sobre O Que ira Acontecer NAS próximas horas e dias Próximos NSA.
Outro setor Muito evolutivamente Pelo Fechamento dos Aeroportos Europeus É UM Fórmula 1. Já vimos Aqui Que site UM Não F1 TEM Uma logística Muito evoluída, Com Margens n manobra Na área logística. Este final de semana Ocorreu Uma corrida China nd, e Pilotos e carros devem retornar à Europa Parágrafo Ajustes, treinamentos e Para a corrida Próxima ª Três semanas em Espanha. Como Equipes Dizem Que podem tolerar UM Atraso de ALGUNS dias, Mas se o caos persirtir Por Mais Uma Semana, acreditam ELAS Que Terao Problemas manter SEUS Trabalhos em dia.
O Que Acha Que PoDE ocorrer VOCÊ? 10/4/2010Postado em fevereiro 5 osvaldobertolino POR 2010
O secretário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Luiz Eduardo Melin, Disse Que o Governo Exame Medidas Parágrafo avançar No processo de liberalização do real. O secretário, no entanto, demanda Uma Admite Que do Mercado Internacional e Que vai determinar UM COM Velocidade Que Uma Moeda brasileira se tornará Leia mais Leia Conversível. Uma Iniciativa em Avaliação, segundo Melin, a EA autorização da Regulamentação, ja Aprovada Pelo Congresso, Para quê tenham Não-residentes de Contas em reais no Brasil. A nova Regra Foi Aprovada em 2008, Mas SUA Regulamentação Ainda Depende de estudos legais e da Avaliação de Também Que Uma demanda pela iniciativa ESTÁ madura. "Isso Não É UM discurso ideológico, ufanista Nem dogmático. É uma coisa Prática, É Facilitação de Negócios", Disse. A internacionalização do real Ganhou Semana Nesta Destaque, Quando o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, Afirmou TEM O Que País de se preparar par UM Circulação da Moeda global. O comentário Foi Feito Durante Lançamento de Uma nova família de cédulas do real, Mais Resistentes à Falsificação. Melin, Que acumula Uma secretaria de Reformas chefia do gabinete com Uma de Mantega, Que Uma Destacou demanda real TEM Pelo crescido Muito Nos últimos anos com Uma inserção do País Economia nd internacional. "A conversibilidade vai ocorrendo NA SUA Medida em Que Aceita em demandada ee em Moeda. Não UM DEVE e Processo Que Ser liderado Pelo Estado", Disse. "Na Medida em Que ESSA demanda (por reais) Va crescendo, e ELA Tão Tende Uma Crescer, Como regulações necessárias Diversas Para essas transações Financeiras Naturalmente Serao desenvolvidas." Governo Lula não, houve Avanco liberalização cambial NA, Pondo FIM à Obrigação da Cobertura Também cambial e retirando Obstáculos à Disseminação de Pontos de venda de dolar Não País, Mas entraves Ainda há. Comércio em Moeda local Melin Afirmou Que Outro foco do Governo Na área cambial É avançar Na América do Sul, principalmente, em Acordos Moeda de Pagamento de Exportações em local, como já o fechado com a Argentina. Sob esse regime, EXPORTADORES E IMPORTADORES dez brasileiros Uma Possibilidade de COMPENSAR SUAS transações em Moeda Locais, dispensando O uso do dolar. Ainda No primeiro trimestre Deste ano, o Brasil assinará De acordo com o De Semelhante Uruguai. O Governo Quer Abrir Também negociações com Outros Países Vizinhos, priorizando aqueles em Que HÁ UM Comércio de Fronteira intenso. Melin reconheceu Que OS montantes negociados em São Moeda Ainda Baixos local, Mas Que o Governo UM Vê Grande potencial de Crescimento, entre Principalmente Como Pequenas e Médias Empresas, OS Para quem Custódio da intermediação financeira significativos São MAIS. A Possibilidade levantada pelo Brasil Durante a crise Financeira de assinar Acordos de Comércio em Moeda local com China e Rússia Não ESTÁ NA agenda Imediata do Governo, indicou Melin. Segundo ele, nao da crise auge, "Uma série de Mecanismos Foram aventados" para estimular o Comércio, Mas o Governo Não Entende Momento Que Não HÁ Necessidade de Fomentar o Comércio com a China, principal Que Já É Parceiro comercial do Brasil. Com agencias 9/4/2010 | 
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| Subsídios agrícolas são um dos temas espinhosos da negociação |
A partir desta segunda-feira, ministros de cerca de 35 países estão reunidos em Genebra, na Suíça, para dar continuidade às negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O encontro em Genebra deverá se estender por toda a semana e é considerado a última chance de se obter um acordo de liberalização do comércio mundial, pelo menos neste ano.
A Rodada Doha foi lançada há sete anos, mas está paralisada devido a divergências sobre o nível de abertura em setores de interesse de países ricos e pobres.
Os países em desenvolvimento querem maior abertura no setor agrícola das nações desenvolvidas, incluindo a redução ou o fim de subsídios. O bloco dos países desenvolvidos pressiona por maior abertura nos setores de indústria e serviços.
Entenda o que está em jogo nas negociações.
Há quanto tempo as negociações da Rodada Doha vêm sendo realizadas?
A Rodada Doha da OMC foi lançada em novembro de 2001, na capital do Qatar, com o objetivo de obter maior liberalização do comércio mundial.
Quase sete anos depois, os países envolvidos nas discussões ainda não conseguiram chegar a um acordo.
Até agora, as discussões têm girado principalmente em torno do tamanho dos cortes nos subsídios à agricultura por parte dos países desenvolvidos e no quanto o comércio de serviços pode ser liberalizado.
Por que as negociações foram paralisadas?
Um dos pontos mais polêmicos é o quanto os países ricos aceitam remover suas barreiras a exportações agrícolas dos países pobres.
Também há divergências sobre o quanto as nações em desenvolvimento aceitam abrir seus mercados para bens manufaturados e serviços.
Os países em desenvolvimento criticam o que consideram políticas protecionistas, principalmente por parte dos Estados Unidos e da União Européia.
Eles querem provas concretas de que os países desenvolvidos estão dispostos a abrir seus mercados com cortes expressivos em suas tarifas de importação e nos subsídios à agricultura.
O principal problema é que o livre comércio em agricultura tem se mostrado bem mais difícil de ser negociado do que em bens manufaturados.
Em que ponto está a negociação?
Durante esta semana, os representantes dos países envolvidos deverão ter reuniões dia e noite para tentar aprovar uma proposta de acordo em agricultura e produtos não-agrícolas.
Há alguns sinais de progresso. A União Européia disse estar preparada para reduzir suas tarifas agrícolas em 60%, o que significa um avanço em relação a propostas anteriores.
No entanto, os Estados Unidos afirmam que só irão reduzir seus subsídios agrícolas se os países emergentes abrirem seus mercados, cortando tarifas industriais.
Qualquer proposta de acordo que seja decidida em Genebra terá que receber o aval de todos os 152 membros da OMC antes de ser aprovada.
Há uma corrida contra o relógio para se chegar a um acordo. Os envolvidos nas negociações querem fechar um acordo antes que o novo presidente americano assuma o poder, em 2009.
O novo presidente dos Estados Unidos pode querer fazer mudanças na política comercial do país, e qualquer acordo sem a participação da maior economia do mundo seria bastante enfraquecido – ou mesmo inútil, segundo analistas.
Os atuais problemas na economia mundial afetam as negociações?
A saúde da economia global se deteriorou desde a última reunião para discutir a Rodada Doha, com desaceleração no crescimento nos países desenvolvidos e aumentos do custo de vida.
A alta mundial dos preços dos alimentos, que dobraram desde o ano passado, teve efeito maior sobre os países mais pobres, onde uma proporção maior da renda familiar é gasta em comida.
Segundo analistas, isso levou a um aumento do protecionismo nos países exportadores de alimentos.
Os defensores de um acordo afirmam que ele iria ajudar a reduzir a pobreza e a criar empregos nos países em desenvolvimento, enquanto os países ricos podem se beneficiar se conseguirem exportar mais bens e serviços.
Calcula-se que um acordo possa injetar US$ 100 bilhões por ano na economia mundial.
Quais seriam as conseqüências de um fracasso nas negociações?
O comissário de Comércio da União Européia, Peter Mandelson, afirma que há 50% de chance de sucesso. O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, é mais otimista.
Um fracasso nas negociações significaria o fim da Rodada Doha, já que as eleições americanas devem dominar a agenda política mundial a partir de agora.
Isso enfraqueceria a realização de acordos multilaterais, já que os países negociariam acordos comerciais individuais entre si, o que colocaria os países menores em desvantagem.
Os maiores países em desenvolvimento, como Brasil e Índia, também perderiam com o fracasso nas negociações, porque precisam de mercados abertos para suas crescentes exportações.
No entanto, algumas organizações não-governamentais (ONGs) afirmam que é melhor que não haja nenhum acordo do que um acordo que seja desfavorável aos países mais pobres.
Para a OMC, o fracasso em obter um acordo depois de sete anos de negociações significaria o maior revés de sua história. | | |
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